Todo o dia é o dia de começar, continuar, recomeçar e se dar uma nova chance. Estar na presença de Deus é tudo na vida de uma pessoa e ler a sua Palavra Sagrada pode fazer a diferença entre vencer e perder. Faça a sua escolha e seja um VENCEDOR EM CRISTO JESUS. LEIA A BÍBLIA A PARTIR DE AGORA!

terça-feira, 11 de março de 2014

Leitura Bíblica 70º dia



Números 15.17-41

17       Falou mais o Senhor a Moisés, dizendo:

18       Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando entrardes na terra em que vos hei de introduzir,

19       Acontecerá que, quando comerdes do pão da terra, então oferecereis ao Senhor oferta alçada.

20       Das primícias da vossa massa oferecereis um bolo em oferta alçada; como a oferta da eira, assim o oferecereis.

21       Das primícias das vossas massas dareis ao Senhor oferta alçada nas vossas gerações.

22       E, quando vierdes a errar, e não cumprirdes todos estes mandamentos, que o Senhor falou a Moisés,

23       Tudo quanto o Senhor vos tem mandado por intermédio de Moisés, desde o dia que o Senhor ordenou, e dali em diante, nas vossas gerações,

24       Será que, quando se fizer alguma coisa por ignorância, e for encoberto aos olhos da congregação, toda a congregação oferecerá um novilho para holocausto em cheiro suave ao Senhor, com a sua oferta de alimentos e libação conforme ao estatuto, e um bode para expiação do pecado.

25       E o sacerdote fará expiação por toda a congregação dos filhos de Israel, e lhes será perdoado, porquanto foi por ignorância; e trouxeram a sua oferta, oferta queimada ao Senhor, e a sua expiação do pecado perante o Senhor, por causa da sua ignorância.


26       Será, pois, perdoado a toda a congregação dos filhos de Israel, e mais ao estrangeiro que peregrina no meio deles, porquanto por ignorância sobreveio a todo o povo.

27       E, se alguma alma pecar por ignorância, para expiação do pecado oferecerá uma cabra de um ano.

28       E o sacerdote fará expiação pela pessoa que pecou, quando pecar por ignorância, perante o Senhor, fazendo expiação por ela, e lhe será perdoado.

29       Para o natural dos filhos de Israel, e para o estrangeiro que no meio deles peregrina, uma mesma lei vos será, para aquele que pecar por ignorância.

30       Mas a pessoa que fizer alguma coisa temerariamente, quer seja dos naturais quer dos estrangeiros, injuria ao Senhor; tal pessoa será extirpada do meio do seu povo.

31       Pois desprezou a palavra do Senhor, e anulou o seu mandamento; totalmente será extirpada aquela pessoa, a sua iniqüidade será sobre ela.

32       Estando, pois, os filhos de Israel no deserto, acharam um homem apanhando lenha no dia de sábado.

33       E os que o acharam apanhando lenha o trouxeram a Moisés e a Arão, e a toda a congregação.

34       E o puseram em guarda; porquanto ainda não estava declarado o que se lhe devia fazer.

35       Disse, pois, o Senhor a Moisés: Certamente morrerá aquele homem; toda a congregação o apedrejará fora do arraial.

36       Então toda a congregação o tirou para fora do arraial, e o apedrejaram, e morreu, como o Senhor ordenara a Moisés.

37       E falou o Senhor a Moisés, dizendo:

38       Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Que nas bordas das suas vestes façam franjas pelas suas gerações; e nas franjas das bordas ponham um cordão de azul.

39       E as franjas vos serão para que, vendo-as, vos lembreis de todos os mandamentos do Senhor, e os cumprais; e não seguireis o vosso coração, nem após os vossos olhos, pelos quais andais vos prostituindo.

40       Para que vos lembreis de todos os meus mandamentos, e os cumprais, e santos sejais a vosso Deus.

41       Eu sou o Senhor vosso Deus, que vos tirei da terra do Egito, para ser vosso Deus. Eu sou o Senhor vosso Deus.

 Números 16.1-40

1         E CORÉ, filho de Jizar, filho de Coate, filho de Levi, tomou consigo a Datã e a Abirão, filhos de Eliabe, e a Om, filho de Pelete, filhos de Rúben.

2         E levantaram-se perante Moisés com duzentos e cinqüenta homens dos filhos de Israel, príncipes da congregação, chamados à assembléia, homens de posição,

3         E se congregaram contra Moisés e contra Arão, e lhes disseram: Basta-vos, pois que toda a congregação é santa, todos são santos, e o Senhor está no meio deles; por que, pois, vos elevais sobre a congregação do Senhor?

4         Quando Moisés ouviu isso, caiu sobre o seu rosto.

5         E falou a Coré e a toda a sua congregação, dizendo: Amanhã pela manhã o Senhor fará saber quem é seu, e quem é o santo que ele fará chegar a si; e aquele a quem escolher fará chegar a si.

6         Fazei isto: Tomai vós incensários, Coré e todo seu grupo;

7         E, pondo fogo neles amanhã, sobre eles deitai incenso perante o Senhor; e será que o homem a quem o Senhor escolher, este será o santo; basta-vos, filhos de Levi.

8         Disse mais Moisés a Coré: Ouvi agora, filhos de Levi:

9         Porventura pouco para vós é que o Deus de Israel vos tenha separado da congregação de Israel, para vos fazer chegar a si, e administrar o ministério do tabernáculo do Senhor e estar perante a congregação para ministrar-lhe;

10       E te fez chegar, e todos os teus irmãos, os filhos de Levi, contigo? ainda também procurais o sacerdócio?

11       Assim tu e todo o teu grupo estais contra o Senhor; e Arão, quem é ele, que murmureis contra ele?

12       E Moisés mandou chamar a Datã e a Abirão, filhos de Eliabe; porém eles disseram: Não subiremos;

13       Porventura pouco é que nos fizeste subir de uma terra que mana leite e mel, para nos matares neste deserto, senão que também queres fazer-te príncipe sobre nós?

14       Nem tampouco nos trouxeste a uma terra que mana leite e mel, nem nos deste campo e vinhas em herança; porventura arrancarás os olhos a estes homens? Não subiremos.

15       Então Moisés irou-se muito, e disse ao Senhor: Não atentes para a sua oferta; nem um só jumento tomei deles, nem a nenhum deles fiz mal.

16       Disse mais Moisés a Coré: Tu e todo o teu grupo ponde-vos perante o Senhor, tu e eles, e Arão, amanhã.

17       E tomai cada um o seu incensário, e neles ponde incenso; e trazei cada um o seu incensário perante o Senhor, duzentos e cinqüenta incensários; também tu e Arão, cada um o seu incensário.

18       Tomaram, pois, cada um o seu incensário, e neles puseram fogo, e neles deitaram incenso, e se puseram perante a porta da tenda da congregação com Moisés e Arão.

19       E Coré fez ajuntar contra eles todo o povo à porta da tenda da congregação; então a glória do Senhor apareceu a toda a congregação.

20       E falou o Senhor a Moisés e a Arão, dizendo:

21       Apartai-vos do meio desta congregação, e os consumirei num momento.

22       Mas eles se prostraram sobre os seus rostos, e disseram: Ó Deus, Deus dos espíritos de toda a carne, pecará um só homem, e indignar-te-ás tu contra toda esta congregação?

23       E falou o Senhor a Moisés, dizendo:

24       Fala a toda esta congregação, dizendo: Subi do derredor da habitação de Coré, Datã e Abirão.

25       Então Moisés levantou-se, e foi a Datã e a Abirão; e após ele seguiram os anciãos de Israel.

26       E falou à congregação, dizendo: Desviai-vos, peço-vos, das tendas destes homens ímpios, e não toqueis nada do que é seu para que porventura não pereçais em todos os seus pecados.

27       Subiram, pois, do derredor da habitação de Coré, Datã e Abirão. E Datã e Abirão saíram, e se puseram à porta das suas tendas, juntamente com as suas mulheres, e seus filhos, e suas crianças.

28       Então disse Moisés: Nisto conhecereis que o Senhor me enviou a fazer todos estes feitos, que de meu coração não procedem.

29       Se estes morrerem como morrem todos os homens, e se forem visitados como são visitados todos os homens, então o Senhor não me enviou.

30       Mas, se o Senhor criar alguma coisa nova, e a terra abrir a sua boca e os tragar com tudo o que é seu, e vivos descerem ao abismo, então conhecereis que estes homens irritaram ao Senhor.

31       E aconteceu que, acabando ele de falar todas estas palavras, a terra que estava debaixo deles se fendeu.

32       E a terra abriu a sua boca, e os tragou com as suas casas, como também a todos os homens que pertenciam a Coré, e a todos os seus bens.

33       E eles e tudo o que era seu desceram vivos ao abismo, e a terra os cobriu, e pereceram do meio da congregação.

34       E todo o Israel, que estava ao redor deles, fugiu ao clamor deles; porque diziam: Para que não nos trague a terra também a nós.

35       Então saiu fogo do Senhor, e consumiu os duzentos e cinqüenta homens que ofereciam o incenso.

36       E falou o Senhor a Moisés, dizendo:

37       Dize a Eleazar, filho de Arão, o sacerdote, que tome os incensários do meio do incêndio, e espalhe o fogo longe, porque santos são;

38       Quanto aos incensários daqueles que pecaram contra as suas almas, deles se façam folhas estendidas para cobertura do altar; porquanto os trouxeram perante o Senhor; pelo que santos são; e serão por sinal aos filhos de Israel.

39       E Eleazar, o sacerdote, tomou os incensários de metal, que trouxeram aqueles que foram queimados, e os estenderam em folhas para cobertura do altar,

40       Por memorial para os filhos de Israel, que nenhum estranho, que não for da descendência de Arão, se chegue para acender incenso perante o Senhor; para que não seja como Coré e a sua congregação, como o Senhor lhe tinha dito por intermédio de Moisés.

Marcos 15
 1         E, LOGO ao amanhecer, os principais dos sacerdotes, com os anciãos, e os escribas, e todo o Sinédrio, tiveram conselho; e, ligando Jesus, o levaram e entregaram a Pilatos.

2         E Pilatos lhe perguntou: Tu és o Rei dos Judeus? E ele, respondendo, disse-lhe: Tu o dizes.

3         E os principais dos sacerdotes o acusavam de muitas coisas; porém ele nada respondia.

4         E Pilatos o interrogou outra vez, dizendo: Nada respondes? Vê quantas coisas testificam contra ti.

5         Mas Jesus nada mais respondeu, de maneira que Pilatos se maravilhava.

6         Ora, no dia da festa costumava soltar-lhes um preso qualquer que eles pedissem.

7         E havia um chamado Barrabás, que, preso com outros amotinadores, tinha, num motim, cometido uma morte.

8         E a multidão, dando gritos, começou a pedir que fizesse como sempre lhes tinha feito.

9         E Pilatos lhes respondeu, dizendo: Quereis que vos solte o Rei dos Judeus?

10       Porque ele bem sabia que por inveja os principais dos sacerdotes o tinham entregado.

11       Mas os principais dos sacerdotes incitaram a multidão para que fosse solto antes Barrabás.

12       E Pilatos, respondendo, lhes disse outra vez: Que quereis, pois, que faça daquele a quem chamais Rei dos Judeus?

13       E eles tornaram a clamar: Crucifica-o.

14       Mas Pilatos lhes disse: Mas que mal fez? E eles cada vez clamavam mais: Crucifica-o.

15       Então Pilatos, querendo satisfazer a multidão, soltou-lhe Barrabás e, açoitado Jesus, o entregou para ser crucificado.

16       E os soldados o levaram dentro à sala, que é a da audiência, e convocaram toda a coorte.

17       E vestiram-no de púrpura, e tecendo uma coroa de espinhos, lha puseram na cabeça.

18       E começaram a saudá-lo, dizendo: Salve, Rei dos Judeus!

19       E feriram-no na cabeça com uma cana, e cuspiram nele e, postos de joelhos, o adoraram.

20       E, havendo-o escarnecido, despiram-lhe a púrpura, e o vestiram com as suas próprias vestes; e o levaram para fora a fim de o crucificarem.

21       E constrangeram um certo Simão, cireneu, pai de Alexandre e de Rufo, que por ali passava, vindo do campo, a que levasse a cruz.

22       E levaram-no ao lugar do Gólgota, que se traduz por lugar da Caveira.

23       E deram-lhe a beber vinho com mirra, mas ele não o tomou.

24       E, havendo-o crucificado, repartiram as suas vestes, lançando sobre elas sortes, para saber o que cada um levaria.

25       E era a hora terceira, e o crucificaram.

26       E por cima dele estava escrita a sua acusação: o rei dos judeus.

27       E crucificaram com ele dois salteadores, um à sua direita, e outro à esquerda.

28       E cumprindo-se a escritura que diz: E com os malfeitores foi contado.

29       E os que passavam blasfemavam dele, meneando as suas cabeças, e dizendo: Ah! tu que derrubas o templo, e em três dias o edificas,

30       Salva-te a ti mesmo, e desce da cruz.

31       E da mesma maneira também os principais dos sacerdotes, com os escribas, diziam uns para os outros, zombando: Salvou os outros, e não pode salvar-se a si mesmo.

32       O Cristo, o Rei de Israel, desça agora da cruz, para que o vejamos e acreditemos. Também os que com ele foram crucificados o injuriavam.

33       E, chegada a hora sexta, houve trevas sobre toda a terra até a hora nona.

34       E, à hora nona, Jesus exclamou com grande voz, dizendo: Eloí, Eloí, lamá sabactâni? que, traduzido, é: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?

35       E alguns dos que ali estavam, ouvindo isto, diziam: Eis que chama por Elias.

36       E um deles correu a embeber uma esponja em vinagre e, pondo-a numa cana, deu-lho a beber, dizendo: Deixai, vejamos se virá Elias tirá-lo.

37       E Jesus, dando um grande brado, expirou.

38       E o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo.

39       E o centurião, que estava defronte dele, vendo que assim clamando expirara, disse: Verdadeiramente este homem era o Filho de Deus.

40       E também ali estavam algumas mulheres, olhando de longe, entre as quais também Maria Madalena, e Maria, mãe de Tiago, o menor, e de José, e Salomé;

41       As quais também o seguiam, e o serviam, quando estava na Galiléia; e muitas outras, que tinham subido com ele a Jerusalém.

42       E, chegada a tarde, porquanto era o dia da preparação, isto é, a véspera do sábado,

43       Chegou José de Arimatéia, senador honrado, que também esperava o reino de Deus, e ousadamente foi a Pilatos, e pediu o corpo de Jesus.

44       E Pilatos se maravilhou de que já estivesse morto. E, chamando o centurião, perguntou-lhe se já havia muito que tinha morrido.

45       E, tendo-se certificado pelo centurião, deu o corpo a José;

46       O qual comprara um lençol fino, e, tirando-o da cruz, o envolveu nele, e o depositou num sepulcro lavrado numa rocha; e revolveu uma pedra para a porta do sepulcro.

47       E Maria Madalena e Maria, mãe de José, observavam onde o punham.

Salmos 54

1         SALVA-ME, ó Deus, pelo teu nome, e faze-me justiça pelo teu poder.

2         Ó Deus, ouve a minha oração, inclina os teus ouvidos às palavras da minha boca.

3         Porque os estranhos se levantam contra mim, e tiranos procuram a minha vida; não têm posto Deus perante os seus olhos. (Selá.)

4         Eis que Deus é o meu ajudador, o Senhor está com aqueles que sustêm a minha alma.

5         Ele recompensará com o mal os meus inimigos. Destrói-os na tua verdade.

6         Eu te oferecerei voluntariamente sacrifícios; louvarei o teu nome, ó Senhor, porque é bom,

7         Pois me tem livrado de toda a angústia; e os meus olhos viram o meu desejo sobre os meus inimigos.

Provérbios 11.5-6

5         A justiça do sincero endireitará o seu caminho, mas o perverso pela sua falsidade cairá.

6         A justiça dos virtuosos os livrará, mas na sua perversidade serão apanhados os iníquos.

Um comentário: